Quatro motos que marcaram gerações

 Quatro motos que marcaram gerações

Da motocicleta companheira de Pelé até a já considerada maior do mundo, a lista de motos que marcaram gerações é seleta

O entretenimento sempre faz uso de elementos crônicos de seu tempo. Marcadas como sinônimo de liberdade, com as motos não seria diferente. Todos possuem uma motocicleta que ressuscita memórias sobre filmes, séries, personagens, programas de TV, dentre outros.  Confira algumas.

1- Honda CG 125

No ano de seu 45° aniversário, a Honda CG  não poderia estar em outra posição. Considerada a primeira moto fabricada no Brasil, a CG já posou até do lado do ex-jogador de futebol Pelé. 

Após mais de quatro décadas, a linha CG continua no mercado. Porém, em quatro versões: Start, Fan, Cargo e Titan. Equipadas com um motor bicombustível que gera 14,9 cv com gasolina, o modelo continua uma boa opção para quem quer praticidade e economia. 

2 – CBX750F

A Honda CBX750F entrou no mercado para dar continuidade a linha CB 750. Porém, além disso, ela causou uma verdadeira celeuma entre os compradores brasileiros. A reação se devia ao ineditismo da motocicleta, que aos poucos passou a ser produzida no país. 

Por causa do jogo do bicho, a moto ganhou o nome de “sete-galo” – 50 é o número correspondente ao galo no jogo. O motor de 4 cilindros em linha gerava 82 cv a 9.500 rpm, e 6,5 kgf.m de torque a 8.000 rpm.

– Amazonas

A amazonas, conhecida por ser a maior moto do mundo, começou a ser fabricada em 1981. Além de possuir 2,32 m de comprimento e 1,67 m entre eixos, a motocicleta surpreendeu por ser equipada com um motor Volkswagen de Fusca de 1500 cc. 

Devido a sua configuração, a moto pesava mais de 300 quilos. O projeto foi idealizado por dois mecânicos: Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston. Até a marcha ré foi prevista na Amazonas, que deixou de ser fabricada em 1989. 

4 – Honda Turuna 125

A Honda Turuna 125 foi idealizada para ser o sonho de consumo de qualquer jovem. A primeira esportiva fabricada no Brasil se destacava pelo paralama pintado e não cromado – comum à época.

O motor de 125 cc gerava 14 cv de potência e 1,0 kgf.m de torque. Para alcançar 80 km/h, a motocicleta demorava 10 segundos. Além disso, sua mecânica permitia uma velocidade máxima de até 120 km/h. 

Outra novidade no modelo é a presença do hodômetro parcial, nunca visto até então. Ademais, o painel contava com conta-giros, velocímetro e hodômetro total.

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